sexta-feira, 23 de outubro de 2020

Identificações.


 É comum ouvir António Variações. Identifico-me com algumas letras e fazem-me pensar, não só no seu conteúdo, como na pessoa que ele foi, cujas características lhe permitiram, entre outras coisas, transformar em linguagem musical, muitas realidades do Ser Humano.

Um Ser complexo, sem dúvida, nascido fora da época. Estava mais além e, disse-o numa das suas letras.

Li a sua biografia e vi o filme, baseado no livro elaborado. Achei que tocava nos pontos essenciais da sua personalidade, inclusive na parte final da sua vida.

Fotografia minha. Hospital Miguel Bombarda.

As últimas cenas do filme foram filmadas aqui, nos enormes corredores do Hospital Miguel Bombarda, local que, apesar de estranho, me trás saudade.

terça-feira, 20 de outubro de 2020

Promessas.

Fotografia minha. Miradouro da Senhora do Monte. Lisboa.


 Já não é só em Paris que se fazem promessas de amor simbolizadas por cadeados. Uns mais personalizados, outros nem por isso, mas a mensagem é universal.

Estes, encontram-se ao longo do Miradouro da Senhora do Monte, eternizados perante o testemunho de uma Lisboa encantadora.


Fotografia minha. Miradouro da Senhora do Monte. Lisboa.

BOA SEMANA!



sexta-feira, 9 de outubro de 2020

Mais Vasto que o Céu.

Fotografia minha. Fundação Calouste Gulbenkian. Conexões cerebrais.

Para quem é um apaixonado pelo cérebro e seus meandros, a exposição "Mais Vasto que o Céu", patente há tempos atrás na Gulbenkian, foi algo de grande importância. 


Fotografia minha. Fundação Calouste Gulbenkian.

Embora mais virada para os processos mentais a nível de percepção dos sentidos (mente), tudo se transforma em beleza e conhecimento quando temos oportunidade de conjugar também a neurociência.



Fotografia minha. Fundação Calouste Gulbenkian.

 Os primeiros tratados, as descobertas ao longo dos tempos, a própria evolução no conhecimento cientifico.


Fotografia minha. Fundação Calouste Gulbenkian. Reacção neuronal dos neurónios.


A acção/reacção a estímulos variados, como por exemplo, um som, provocam uma miríade de contactos que transportam informação que, posteriormente e em segundos, será processada. Mais, quando algo interrompe "uma corrente", o nosso cérebro tem a capacidade de encontrar outro "caminho" para que a informação se processe, embora nos casos mais graves, não seja possível na totalidade, ou mesmo impossível..  



Esta música, de autoria de Rodrigo Leão, era constante em toda a exposição e contribuía para nos perdermos na grandiosidade daquilo que somos, enquanto Seres Humanos.

Para mim, na realidade, é um mundo mais vasto que o céu!


BOM FIM DE SEMANA!

quarta-feira, 7 de outubro de 2020

Tudo uma questão de gosto!


 

"Music was my first love

And it will be my last.

Music of the future

And music of the past."

...

Se o Complexo de Édipo foi bem vivido, segundo o Senhor Freud, as anteriores palavras estão correctas. A música foi o meu primeiro amor e será o último!

A única certeza enquanto Ser Humano!


sexta-feira, 25 de setembro de 2020

Prazeres da vida.

Imagem da net. Padrão dos Descobrimentos. Lisboa.

Esta imagem foi colocada para que se percebesse de onde foi tirada a fotografia seguinte. 

Claro que continuei a tentar fazer visitas aos monumentos, na época pós Covid. Antes, seria quase impossível, a não ser que me colocasse em filas, o que não faz o meu género, a não ser quando não há outra possibilidade.


Fotografia minha. Tejo. Lisboa. Fim de tarde.

Já lá em cima fui confrontada com esta beleza fantástica. O farol do Bugio em frente à esquerda, a Torre de Belém logo à direita, e o Tejo, prateado, a desaguar no mar, com suas embarcações deambulantes. 

Isto, sim, para mim é magia!


Tejo

Aqui e além em Lisboa – quando vamos
Com pressa ou distraídos pelas ruas
Ao virar da esquina de súbito avistamos
Irisado o Tejo:
Então se tornam
Leve o nosso corpo e a alma alada

Sophia de Mello Breyner Andresen (1994), in Obra Poética, 2011


BOM FIM DE SEMANA!!

 

terça-feira, 22 de setembro de 2020

Novo ciclo.

Fotografia minha. Campo de Ourique. Lisboa.

 "Uma árvore em flor fica despida no outono. A beleza transforma-se em feiura, a juventude em velhice e o erro em virtude. Nada fica sempre igual e nada existe realmente. Portanto, as aparências e o vazio existem simultaneamente."

Dalai Lama