segunda-feira, 1 de junho de 2020

Alterações da vida.

Fotografia minha. Ponte Romana. Chança. Alentejo.

Ao deambular pelos meandros da blogosfera, encontrei algumas informações sobre a monitorização de um blogue, onde se enquadravam questões como, a necessidade e importância da divulgação do mesmo e, entre outras coisas, a motivação correcta para criação de um blogue. Dei comigo a pensar nas palavras 'motivação correcta'. Existe uma razão concreta para estes pontos chave e sei qual é. Mas, talvez, não se enquadrem em mim. Quando iniciei este blogue, depois de muito pensar, tinha como ponto de partida, um anterior existente e, a expectativa de ser uma continuidade. Contudo, tenho percebido, que essa continuidade é inexistente, pelo menos nos termos em que o outro se enquadra. Muito tempo passou entre a ausência no anterior e, a abertura deste. Sendo que nesse espaço, as circunstâncias de vida, provocaram uma  alteração na visão da realidade. Ou seja, quem escreveu no anterior blogue, 'não é a mesma pessoa' que escreve neste. Com isto, concluo, que o discurso não pode ser o mesmo, logo, não pode haver uma continuidade. Ou, a haver,terá obrigatoriamente diferenças. 

Esta reflexão, levou-me a recordar uma frase que há muito conheço, mas que nunca me fez tanto sentido.   

"A mesma água nunca passa duas vezes por baixo da mesma ponte"

BOA SEMANA!

sexta-feira, 29 de maio de 2020

Bom Fim de Semana!

Fotografia minha, Museu dos Descobrimentos, Lagos.

Deixo uma música que gosto muito. Simples, mas agradável.

BOM FIM DE SEMANA!

quarta-feira, 27 de maio de 2020

Lisboa e os Jacarandás.

Imagem retirada da net.
 Lisboa está vestida de cor!

Imagem retirada da net.
 Há algum tempo que não ia para a zona do Saldanha! Desde que o nosso ‘amigo’, passou a estar na comunidade, ou pelo menos assim o dizem. Ontem, ao lá voltar, dei comigo a apreciar a cor que veste as ruas da ‘minha’ Lisboa. Não que nunca tivesse reparado nesta árvore, mas fazia parte do comum de todos os dias.
Isto só significa, que na maioria das vezes, nem damos conta do que nos rodeia, apesar da sua beleza.
É necessário o afastamento para olharmos com outros olhos!

Imagem retirada da net.
 Os jacarandás não eram de Lisboa ou de Portugal. Tal como muitas outras espécies, vieram de várias partes do mundo por onde os portugueses passaram. O jacaranda mimosifolia ou jacaranda rotundifólia (caso raro de espécie com duas designações científicas), da família Bignoniaceae, tem origem na América do Sul (sul do Brasil, Argentina e Bolívia) e foi trazido para Lisboa, apenas no século XIX, para o Jardim Botânico da Ajuda.

Imagem retirada da net.

Imagem retirada da net.
 São eles que anunciam o verão.
Não sei doutra glória, doutro
paraíso: à sua entrada os jacarandás
estão em flor, um de cada lado.
E um sorriso, tranquila morada,
à minha espera.
O espaço a toda a roda
multiplica os seus espelhos, abre
varandas para o mar.
É como nos sonhos mais pueris:
posso voar quase rente
às nuvens altas – irmão dos pássaros –,
perder-me no ar.


Eugénio de Andrade


segunda-feira, 25 de maio de 2020

"Oh captain, my captain..."

Imagem retirada da net.
"Procurem a vossa própria voz..."
"Conheçam-se a vós mesmos..."
"Acreditem em vós..."

"A RAÇA HUMANA É FEITA DE PAIXÃO..."


A socialização no Ser Humano é feita progressivamente e em interacção. Primeiramente com as figuras parentais e, no seguimento, com os pares e meio circundante. Contudo, cada um é UNO!
Desta singularidade resultam, por vezes, conflitos entre o SER individual e o SER colectivo, tendendo o individual a ser influenciado pelo outro. Ou seja, a luta interna entre o que queremos/somos e o que a sociedade impõe. Nesta dicotomia, emerge tendencialmente o ‘DEVER’ SER, em detrimento do SER.

Este filme [Dead Poets Society], trabalha muito bem esta problemática e foi/é um dos meus preferidos pelo seu conteúdo emocional. Já antigo, mas sempre actual!

BOA SEMANA A TODOS!

Adaptado de um post em 'A Kind of Magic II.'



sexta-feira, 22 de maio de 2020

quinta-feira, 21 de maio de 2020

Ensinamentos.

Imagem retirada da net.

Ainda criança, perguntei um dia ao meu Pai,qual o maior inimigo do Homem. Esperando, nas minhas ideias infantis, que iria ouvir qualquer coisa como o Lobo, a resposta foi, o próprio Homem! 
Ele e a vida, ensinaram-me que esta é uma verdade irrefutável. Só lhe posso agradecer,  não ter mentido.